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Futuro do trabalho: Como será e o que você precisa saber?

Publicado em Categoria(s) Carreira, Portugues, RH, Tendências, Tendências
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A tecnologia e as mudanças políticas e sociais sempre impulsionaram transformações no ambiente e nas relações de trabalho, no entanto, as recentes mudanças têm acontecido de forma tão rápida que tem gerado uma grande preocupação quanto a como será o futuro do trabalho. Isso tanto por parte das empresas quanto por parte de seus executivos quando se pensa em carreira.

Em muitas indústrias e países, algumas das principais ocupações ou especialidades de hoje não existiam há 5 anos atrás, e a tendência é que a velocidade das transformações só aumente. Como ordem de grandeza, estudos do Fórum Econômico Mundial* apontaram recentemente que 65% das crianças entrando no primário hoje estarão trabalhando em uma função completamente nova no futuro, ou seja, que não existe atualmente.

 

Mas como acompanhar essas mudanças, continuando relevante
e mantendo uma gestão de pessoas eficiente?

 

Seria pretencioso dizer que iremos esgotar tudo o que você precisa saber a respeito do futuro do trabalho com este paper, mas com base em nossas inúmeras pesquisas sobre este assunto nos últimos anos, confiamos que este artigo deva ser uma ótima forma de lhe preparar para o cenário por vir.  Para isso apontaremos neste material o porque, o como e o que você precisa saber sobre o futuro do trabalho, organizando o conteúdo da seguinte forma: 

  1. PORQUE. Os 17 grandes fatores de mudança identificados.
  2. COMO. As 3 grandes tendências para o futuro do trabalho. 
  3. O QUE. Os 8 cenários cientificamente possíveis para o futuro do trabalho.
  4. CONCLUSÃO. Quais os desafios e oportunidades do futuro do trabalho.
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Qual será o futuro do trabalho?

1. PORQUE: Os 17 grandes fatores de mudança identificados.

De acordo com o  relatório The future of Jobs (“O futuro dos trabalhos”, em tradução livre), criado a partir de entrevistas com mais de 13 milhões de profissionais de nove grandes setores, em 15 mercados emergentes e desenvolvidos, os 17 principais fatores que transformarão o futuro do trabalho são os que seguem abaixo. 

  • Crescimento no poder de computação e Big Data.
  • Tecnologia móvel integrando a vida da pessoa de forma online.
  • Acordos flexíveis de trabalho.
  • Aumento da remuneração sobre produtividade.
  • Intercâmbio global de mão de obra.
  • Ambientes de trabalho humanizados.
  • Organogramas cada vez mais móveis (prestadores de serviço por projetos) e com reports dinâmicos.
  • Crescimento da classe média em mercados emergentes.
  • Mudanças climáticas.
  • Escassez de recursos naturais.
  • Aumento na volatilidade geopolítica (mudanças nas barreiras geográficas).
  • Maior interesse do novo consumidor em relação a questões éticas e de privacidade.
  • Longevidade e envelhecimento da população.
  • Populações mais jovens em mercados emergentes.
  • Aumento das aspirações e do poder econômico das mulheres.
  • Rápida urbanização.
  • Novas fontes e tecnologias de energia.

Apesar da maioria dos itens acima já serem esperados e de conhecimento geral, o que chama atenção nesta lista é o fato da maioria dos fatores já estarem pressionando simultaneamente o mercado, o que com a intensificação natural desse processo pode implicar em uma aceleração exponencial das mudanças, provavelmente fazendo o “futuro do trabalho” chegar mais rápido e forte que se imagina. 

2. COMO: As 3 grandes tendências para o futuro do trabalho.

De acordo com Rodrigo Sahd, General Manager da Foursales no Brasil, o pano de fundo central que se observa no estudo do Fórum Econômico Mundial aponta de forma indireta para 3 grandes movimentos ou tendências na mão de obra: 

  1. Substituição dos empregos operacionais por automação.
  2. Movimento cada vez maior da força de trabalho para funções que envolvam imaginação, criatividade e estratégia.
  3. Reciclagem quase completa dos tipos de cargos e funções nos próximos 5 a 10 anos.

Alguns materiais em linha com esta ultima constatação: O Fórum Econômico Mundial apontou que até 2020, haverá uma queda de mais de 7.1 milhões de empregos devidos a mudanças no mercado, destes, ⅔ estão concentrados em funções de escritório e áreas administrativas. Um estudo da McKinsey de 2018 indicou que cerca de 50% das atividades que uma pessoa é paga para fazer hoje deverão ser substituídas por automação até 2030.

Substituição dos empregos operacionais por automação.
Pelo título ser autoexplicativo partiremos diretamente para um exemplo de emprego operacional que deve se tornar obsoleto e quase totalmente substituído pela tecnologia: o da área de callcenter passivo com viés operacional.
Por conta do crescimento e amadurecimento de tecnologias como chatbots no canal de atendimento a profissão de callcenter deve se extinguir quase completamente, permanecendo somente um mais enxuto canal premium, que terá mais alinhamento com o termo “experiência de cliente” do que com “central de atendimento”, exigindo inclusive um perfil bastante diferente do perfil de callcenter atual, para atender de forma humanizada a curva A de clientes de uma empresa.  

Migração da mão de obra para funções que envolvam imaginação, criatividade e estratégia.
Segundo tendências observadas pela Foursales group nos últimos anos, apresentadas em um estudo publicado em 2018, a relação de cargos de vendas x marketing tende a se estabilizar entre cinco a oito profissionais de vendas para cada um de marketing até 2030, o que representa um aumento de 1.000% na proporção de profissionais de marketing em relação a profissionais de venda apontada pela HSM em um estudo realizado por esta empresa em 2010. Este exemplo é importante porque toma como base toda a pirâmide venda, que em sua maior parte é operacional, contra toda a pirâmide de marketing, que em sua maior parte é voltada a criatividade e estratégia, dando um indício interessante de que esse movimento de migração pode ter uma velocidade ainda mais rápida do que se imagina.

Reciclagem quase completa de cargos e funções nos próximos 5 a 10 anos.
Por outro lado, no mesmo período em que a FEM apontou que haverá a redução de 7.1 milhões de empregos devido a mudanças de mercado, deverá  haver um ganho de 2 milhões de empregos nas áreas relacionadas à Computação, Matemática, Experiência do consumidor, Engenharia e Arquitetura. Interessante apontar que este movimento nos próximos 5-10 anos não será tanto um movimento de redução do número de vagas, mas principalmente de “reciclagem” das vagas, ao mesmo tempo em que mesmo a redução dos empregos não sendo um dos elementos de impacto imediato tão forte, ela já terá um saldo final de diminuição de 5.1 milhões de empregos no estudo do FEM, e esse número só tende a crescer. Algumas atividades que deverão ter destaque e ter uma demanda cada vez maior no mercado segundo o FEM são:

  • Analista de dados. Especialistas para organizar e interpretar a quantidade (cada vez maior) de dados disponíveis em relação ao negócio, ao mercado e aos clientes.
  • Vendedores  internacionais. Vendedores altamente especializados e poliglotas para poder atrair públicos específicos e em vários locais do planeta ao mesmo tempo – seja para se destacar da concorrência, para apresentar com eficiência inovações ao mercado, ou as duas coisas ao mesmo tempo.
  • Marketing de dados, de experiência e automação: Profissionais de marketing focados em “experiência de consumo” e “otimização de funil de vendas via automação”.
  • Produção: Profissionais ligados a robótica e a integração de processos de supply-chain, logística e produção através da programação.

 

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3. O QUE: Os 8 cenários cientificamente possíveis para o futuro do trabalho.

Automação, migração geográfica e funcional, criatividade, inovação, mobilidade de trabalho, agora já temos uma idéia de porque e como todos esses fatores podem impulsionar mudanças significativas na forma como empresas e profissionais se relacionam, mas quais os cenários possíveis para o futuro do emprego. Visando responder esta pergunta de forma cartesiana, o Fórum Econômico Mundial em parceria com a The Boston Consulting Group desenvolveram o levantamento Eight Futures of Work: Scenarios and their Implications (Oito futuros do trabalho: cenários e suas implicações), de acordo com o qual  chegou-se a 3 variáveis principais que vão influenciar as transformações no futuro do trabalho:

  • A velocidade da evolução tecnológica.
  • As transformações no sistema educacional.
  • A amplitude da mobilidade global dos talentos.

Este estudo cruzou estas 3 variáveis acima construiu-se 8 possíveis cenários, que serão apresentadas a seguir, para você visualizar as hipóteses de como o mercado de trabalho deverá estar em 2030:

Cenário 1: Autarquia da força de trabalho

  • Avanço tecnológico: estável
  • Evolução educacional: devagar
  • Mobilidade de talentos: baixa

A tecnologia tem condicionado mudanças profundas em algumas áreas de trabalho, tomando o lugar de profissionais que realizam tarefas mais operacionais e que exigem baixa qualificação. Neste cenário, a evolução educacional não acompanharia as transformações tecnológicas, resultando no aumento do desemprego da força de trabalho não especializada.

Buscando evitar a competição global e incentivar a contratação interna, o governo deveria agir para proteger profissionais locais, restringindo a mobilidade de talentos. Isso, por sua vez, poderia gerar segurança para os trabalhadores menos qualificados, mas prejudicar o desenvolvimento e a inovação nas empresas, que seriam impedidas de buscar profissionais talentosos fora dos limites locais.

Cenário 2: Movimento em massa

  • Avanço tecnológico: estável
  • Evolução educacional: devagar
  • Mobilidade de talentos: alta

Neste cenário, as transformações tecnológicas substituiriam as forças de trabalho operacionais e de baixa complexidade e a competição entre os profissionais de alta qualificação aumentaria. Ao mesmo tempo, a evolução educacional caminharia muito devagar e não acompanharia as transformações e necessidades do mercado.

Por outro lado, a mobilidade de talentos seria alta, possibilitando que profissionais buscassem oportunidades de trabalho fora de suas regiões e que empresas fossem além dos limites geográficos para encontrar os melhores candidatos. Como resultado, haveria uma grande competitividade entre profissionais de todos os níveis.

Cenário 3: Substituição por robôs

  • Avanço tecnológico: acelerado
  • Evolução educacional: devagar
  • Mobilidade de talentos: baixa

Esse é um cenário nada animador para nós, humanos. Nesta perspectiva, os robôs fariam parte dos processos de trabalho em tarefas operacionais e não cognitivas. No começo, humanos seriam necessários para complementar as atividades, mas como a evolução educacional não acompanharia as mudanças tecnológicas, a demanda por mais e mais automação cresceria.

Como resultado, cada vez menos pessoas poderiam contribuir para o desenvolvimento da economia mundial, gerando crises e drásticas transformações governamentais, sociais e econômicas. Em uma tentativa de controlar o desemprego, governos precisariam concentrar esforços para manter os empregos “em casa”, restringindo a mobilidade de talentos.

Cenário 4: Mundo polarizado

  • Avanço tecnológico: acelerado
  • Evolução educacional: devagar
  • Mobilidade de talentos: alta

Imagine o mesmo contexto do cenário anterior: a automação tomando conta dos processos de trabalho e, por conta da falta de qualificação, milhares de profissionais perdendo seus postos. Só que, neste quarto cenário, a mobilidade seria alta. Sendo assim, haveria uma grande movimentação de pessoas migrando em busca de novas oportunidades em outras regiões.

A consequência seria a criação de centros de “supereconomias”, que atrairiam profissionais altamente qualificados e especializados. Por outro lado, algumas regiões sofreriam com o alto índice de profissionais não qualificados e sem oportunidades de trabalho.

Cenário 5: Empreendedores empoderados

  • Avanço tecnológico: estável
  • Evolução educacional: rápida
  • Mobilidade de talentos: baixa

Na quinta possibilidade sugerida pelo relatório do Fórum Econômico Mundial, os avanços tecnológicos continuariam a impactar de maneira significativa os processos e os modelos de trabalho. No entanto, para acompanhar essas transformações, reformas educacionais profundas seriam realizadas. Além disso, as organizações também investiriam alto na capacitação dos profissionais.

Por conta do alto investimento na geração de profissionais mais qualificados, a mobilidade seria mais restrita, evitando a perda de talentos locais. A reforma educacional daria origem a uma geração de profissionais que cria oportunidades próprias de negócios – inclusive atendendo a demandas e oportunidades locais.

Cenário 6: Fluxos de profissionais qualificados

  • Avanço tecnológico: estável
  • Evolução educacional: rápida
  • Mobilidade de talentos: alta

O que aconteceria se, no contexto dos empreendedores empoderados, tivéssemos também uma alta mobilidade de talentos? É o que sugere o sexto cenário do estudo, que destaca que enquanto o trabalho remoto continuaria sendo um movimento marginal, a mobilidade geográfica de talentos se tornaria uma norma.

Nesse sentido, certificados, diplomas e credenciais passariam a seguir um padrão global, sendo aceitos em todo o mundo. No entanto, por conta da estabilidade na evolução tecnológica, as regiões que tivessem mais acesso à tecnologia impulsionariam a criação de mais valor com menos recursos, criando um abismo cada vez maior entre os países/empresas que têm assistência tecnológica e os que não têm.

Cenário 7: Produtividade local

  • Avanço tecnológico: acelerado
  • Evolução educacional: rápida
  • Mobilidade de talentos: baixa

Semelhante ao cenário número cinco, no cenário de produtividade local os avanços tecnológicos impulsionariam reformas educacionais e altos investimentos em capacitação para acompanhar as transformações geradas pela evolução da tecnologia. Por conta desse alto investimento na geração de profissionais mais qualificados, a mobilidade seria mais restrita, evitando a perda de talentos locais.

No entanto, por conta do avanço acelerado da tecnologia, a escassez de talentos continuaria a impactar o crescimento dos negócios, uma vez que as empresas enfrentariam lacunas de habilidades que não poderiam ser atendidas localmente ou on-line. Essa baixa mobilidade deveria resultar também na diminuição do intercâmbio de ideias e na expansão dos mercados, fortalecendo a dependência de recursos, talentos e tecnologias locais.

Cenário 8: Adaptadores ágeis

  • Avanço tecnológico: acelerado
  • Evolução educacional: rápida
  • Mobilidade de talentos: alta

Chegamos à oitava possibilidade proposta pelo levantamento do Fórum Econômico Mundial. Nesse cenário, a tecnologia avançaria a passos largos, ocupando um espaço fundamental nos processos de trabalho. Com isso, reformas educacionais seriam feitas e o investimento em capacitação seria alto.

Haveria ainda uma alta mobilidade de talentos entre cidades, estados e países, e com grandes oportunidades globais de trabalho oferecidas por plataformas online. Nesse contexto, surgiria a uma nova força de trabalho altamente ágil, produtiva e globalizada, difundindo rapidamente valores, ideias, tecnologias, bens e serviços em todo o mundo.

4.CONCLUSÃO: Os desafios e oportunidades do futuro do trabalho.

Tomando todo o cuidado para não incorrer no erro da falsa “importância histórica”, é inegável que vivemos em um momento único na história da humanidade em termos de velocidade de transformação. Nunca se teve tantas ferramenta para inovação e a realidade dos negócios nunca esteve tão suscetível ao disruptivo.

O resultado disso é simples, os principais desafios que aparecerão estão ligados a velocidade da transformação dos negócios. Neste tipo de contexto, o esperado é que se tenha dois grandes grupos de impacto: Os que se adaptarão rapidamente ao cenário e terão grandes oportunidades e os que avançarão a reboque no processo, absorvendo os impactos. 

Abaixo destacamos o roteiro de mudanças que a Foursales group prevê para o recrutamento e seleção de executivos de área comercial nos próximos anos, em uma ordem explicativa, que serve analogamente as outras áreas de sua empresa e a sua carreira para entender os grandes desafios de adaptação que estão pela frente:

  1. Diminuição de pelo menos 25% no volume global de vagas até 2030 devido a automação.
  2. Com esta redução, cargos de média e alta gestão tendem a ser cada mais complexos e pressionados por resultado.
  3. Ritmo acelerado de evolução de métodos, processos, modelos e necessidades dos negócios.
  4. Perda de relevância e impacto da educação formal (Faculdades) neste modelo mais dinâmico.
  5. Aumento da relevância e impacto do aprendizado contínuo, informal (Internet) e ágil.
  6. Visão sistémica e raciocínio lógico tendem a ser as inteligências do futuro neste cenário de rápida mudança de contexto.
  7. O “talento”, ou visão sistémica e raciocínio lógico apurados, devem ficar cada vez mais relevantes para o sucesso da empresa, o que juntando com a redução das vagas e da formação de profissionais consequentemente farão com que os melhores profissionais nestes elementos sejam cada vez mais disputados e caros.
  8. Práticas mais arrojadas de remuneração como ‘vesting’, bônus de 2 dígitos e stock-options tendem a ficar cada vez mais comuns nos próximos anos, criando uma tendência a elitização ainda maior dos cargos executivos, que tendem cada vez mais a virar sócios dos negócios.

 

Reflexão final.
Analisando este denso cenário acima, fica claro que se tornou crucial entender as movimentações do mercado e começar a adquirir os conhecimentos necessários para se adaptar e aproveitar as oportunidades que as transformações tecnológicas irão oferecer aos profissionais e empresas mais preparadas.

Analisando estes oito cenários, fizemos um resumo de quais são os pontos que merecem mais atenção no seu dia-a-dia:

  • Recapacitação da força de trabalho. A recapacitação dos profissionais já atuantes no mercado será crucial para que a força de trabalho atual possa se adaptar às mudanças do mercado no futuro, portanto se você como executivo ou sua empresa não tem um plano de educação continuada estruturado é o momento de montar ou intensificar seus esforços com isso.
  • Reforma no sistema educacional. Será necessária uma reforma no sistema educacional para treinar e preparar a futura geração de profissionais de forma mais assertiva para as profundas mudanças que estão por vir, e até o momento a educação formal não deu sinais de que está acompanhando esta mudanças. Nesse sentido se você ou sua empresa pretende investir em algum curso, consulte instituições especializadas no tema ou mesmo avalie investir tempo na educação informal (internet).
  • Incentivos inteligentes de criação de emprego. Governos e empresas precisarão estar atentos a áreas de maior demanda e que terão baixa suscetibilidade à automação. Identificar essas áreas poderá ser crucial para realocar a força de trabalho de sua empresa ou para você se movimentar na sua carreira.
  • Trabalho online. O trabalho em plataformas online vem ganhando terreno e, por isso, se torna cada vez mais necessário pensar em meios de usar esta força de trabalho como empresa ou se dedicar a virar um profissional online como carreira principal, segundo carreira ou complemento de renda.

 

Esperamos que essas informações tenham te ajudado a entender melhor as mudanças globais nos processos de trabalho. Aproveitamos para convidar você a conhecer melhor como a Foursales tem ajudado empresas como Ultragaz, Tigre, Gerdau, BIC, Porsche, Prada dentre outras, a se adaptar ao novo contexto de cargos, salários e necessidades de contratação de área comercial. 



* Relatório The future of Jobs, pesquisa global realizada pelo Fórum Econômico Mundial em 2018.
** EstudoEight Futures of Work: Scenarios and their Implications” (Oito futuros do trabalho: cenários e suas implicações) da Boston Consulting Group, realizado em 2018.
*** Estudo “The future of sales and marketing positions” lançado em 2018 da Foursales group, uma das primeiras consultorias de recrutamento e seleção do mundo a atuar especializada exclusivamente em profissionais de área comercial. 

2 comentários em “Futuro do trabalho: Como será e o que você precisa saber?

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